Rio de Janeiro, sábado, 29 de julho de 2017 - 08h35min
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06/11/1966 - BANGU 4 x 0 BONSUCESSO

FICHA TÉCNICA
Competição:
Campeonato Carioca
Local:
Teixeira de Castro (RJ)
Público:
2.039
Árbitro:
Carlos Floriano Vidal
Ubirajara, Fidélis, Mário Tito, Luís Alberto e Ari Clemente; Jaime e Ocimar; Paulo Borges, Ladeira, Cabralzinho e Aladim.
Técnico: Alfredo González.
Jonas, Luís Carlos, Moisés, Paulo Lumumba e Albérico; Brandão e Ivo; Gilber, Enos, Santos e Djair.
No 1º tempo: Paulo Borges (30). No 2º tempo: Ladeira (3), Paulo Lumumba (contra) (7) e Aladim (37).

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Bangu cresceu bem: 4 x 0
Fo
nte: Última Hora


O Bangu venceu o Bonsucesso por 4 x 0 num jogo em que o adversário só exigiu o vice-líder até aos 3 minutos do segundo tempo, quando ocorreu o lance que definiria o jogo, com o Bangu assinalando o segundo gol na recarga de uma bola atirada na trave por Gilber.

O primeiro tempo terminou apontando a vitória parcial do Bangu por 1 x 0, mais em conseqüência de uma falha de Brandão do que propriamente por seus méritos, já que o jogo estava bastante equilibrado até a esta altura. O juiz foi o sr. Carlos Floriano Vidal, que sem ter uma boa atuação, não influiu no marcador.


Primeiro tempo

O início do jogo mostrou um Bonsucesso disposto a lutar de igual para igual, jogando com um sistema ofensivo e procurando explorar a velocidade de Enos, com passes em profundidade, chegando mesmo a dominar até a altura dos 15 minutos.

O Bangu tinha falhas em seu meio de campo, onde Jaime não conseguia acertar e no seu setor defensivo, onde Mário Tito comprometia com uma atuação muito fraca, além de no ataque contar com Ladeira inibido pela estréia e Aladim muito pouco inspirado.

Esquematicamente, o Bangu também cometia um erro, pois mantinha sua linha de beques muito recuada, inclusive os laterais, dando campo ao adversário, de que se aproveitou o Bonsucesso para progredir e apertar, sem que, entretanto, conseguisse concluir com êxito.

O vento favoreceu o Bangu nesta etapa, que acabou por notar sua existência e passou a não mais permitir o avanço do quadro do Bonsucesso. Avançou sua defesa, principalmente os laterais, que passaram a apoiar o ataque e passou, por sua vez, a encurralar o adversário.

Desse crescimento surgiria o primeiro gol do Bangu, quando Jaime, deslocado pela esquerda, venceu Brandão e ganhou a linha de fundo, para dali alçar um centro que foi encontrar Cabralzinho. O atacante ergueu a bola com um leve toque e deu para Paulo Borges, que de costas para o gol, em sensacional puxeta, colocou no fundo da rede, com a colaboração de Jonas, que assistiu ao lance, aos 30 minutos.

Com o avanço de seus laterais, principalmente Fidélis, o Bangu reencontrou sua agressividade e perdeu inúmeras oportunidades, inclusive com Cabral, que atirou na trave, três minutos após o primeiro gol.


Segundo tempo

Acreditava-se que, no segundo tempo, com o Bonsucesso atacando a favor do vento, o jogo tomaria aspecto sensacional, mas tudo ficou decidido com apenas três minutos, pois dois lances com intervalo de um minuto definiram o jogo.

Aos 2 minutos, o Bonsucesso foi ao ataque e Santos colocou Gilber, com um passe lateral, cara a cara com Ubirajara. O ponta-direita atirou forte, mas a bola foi encontrar a trave. No rebote, o Bangu foi ao ataque e Ladeira, recebendo um passe de Cabralzinho, atirou da intermediária. A bola enganou Jonas, tocando numa saliência do campo e ganhou o fundo da rede, com o goleiro chegando a tocar na bola, aos 3 minutos.

Daí para frente as coisas ficaram mais fáceis para o Bangu, que mesmo contando com Aladim em má tarde, soube construir o marcador de 4 x 0, pois Ladeira passou a jogar muito bem.

Aos 7 minutos, resultado de uma infiltração de Luís Alberto pela esquerda, o Bangu assinalou o seu terceiro gol. O beque foi até a linha de fundo e centrou, cobrindo Jonas. Paulo Lumumba quis salvar e acabou atirando contra a própria rede. O Bangu recuou e aos 37 minutos, após um período monótono de jogo, Aladim, aproveitando ótimo centro de Paulo Borges, deu números definitivos ao jogo.

     
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