Rio de Janeiro, quinta-feira, 21 de setembro de 2017 - 07h34min
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17/07/1985 - BANGU 3 x 1 VASCO

FICHA TÉCNICA
Competição:
Taça de Ouro - 2ª Fase - Returno
Local:
Maracanã
Renda:
Cr$ 78.774.000,00
Público:
10.180 pagantes
Árbitro:
Luís Carlos Antunes, auxiliado por Sérgio Bertagnoli e Antônio Pádua Sales
Gilmar, Márcio, Jair, Oliveira e Baby; Israel, Lulinha (Delacir) e Mário; Marinho, João Cláudio (Pingo) e Ado
Técnico: Moisés
Roberto Costa, Edevaldo, Ivã, Nei e Donato; Vítor (Gilberto), Oliveira e Romário (Geovani); Mário Tilico, Roberto e Mauricinho
Técnico: Antônio Lopes
Bangu 1 x 0: Marinho, aos 35min do 1º tempo
Bangu 2 x 0: Mário, aos 37min do 1º tempo
Bangu 2 x 1: Roberto, aos 12min do 2º tempo
Bangu 3 x 1: Marinho, aos 17min do 2º tempo
Ivã e Roberto (Vasco); Jair e Mário (Bangu)

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Bangu só precisa do empate contra o Inter
Fonte: Jornal do Brasil

O Bangu, com a vitória de ontem (3 a 1) sobre o Vasco, manteve a liderança absoluta do Grupo H e conquistou o direito de decidir a vaga à semifinal da Taça de Ouro com o Internacional, domingo, no Beira-Rio, dependendo apenas de um empate. Foi uma conquista fácil, que só esteve timidamente ameaçada por culpa exclusiva do próprio Bangu, que assustou com os 2 a 0 conseguidos rapidamente (aos 17 minutos do primeiro tempo) e encolheu em campo.

Não fosse esse retraimento, fruto talvez de uma falta de intimidade com os grandes momentos, e o Bangu teria chegado a uma goleada de maiores proporções. Marinho, o grande destaque do jogo, em um dia de muita inspiração, ganhava todas as jogadas desmoronando a já frágil defesa do Vasco.

E, assim, com base na velocidade e toques de primeira, o Bangu fez 1 a 0. Ado tabelou na esquerda recebeu na frente, driblou Edevaldo com enorme facilidade e cruzou para a cabeçada perfeita de Marinho (12 minutos), que se antecipou a Donato. Com a vantagem, o Bangu melhorou ainda mais em campo. E coube a Marinho construir a jogada do segundo gol.

Ele recebeu na intermediária, atraiu a marcação, teve calma para esperar a entrada de Mário e deu o passe perfeito. Mário só teve o trabalho de tocar por cima de Roberto Costa, um goleiro inseguro, que falhou no lance, indeciso quanto ao momento de sair do gol. Irremediavelmente batido, o técnico Antônio Lopes tentou tudo numa cartada, e lançou, ao mesmo tempo (31 minutos) Geovani e Gilberto, tirando Vítor e Romário.

O toque de Geovani e a correria de Gilberto deram novo ânimo ao Vasco e impressionaram o Bangu. O Vasco, sem imaginação, apertou um pouco e esteve perto de fazer o primeiro gol. Só conseguiu, no entanto, no segundo tempo, graças ao esforço de Roberto (foi seu gol número 599). Ele, depois de brigar, literalmente, com os zagueiros do Bangu, aproveitou um rebote e, de cabeça, tocou para o gol. Quando parecia que o jogo ficaria mais duro, novamente brilhou o ponta Marinho. Mário bateu um córner e Marinho surgiu entre os atônitos zagueiros para cabecear fora do alcance do estático Roberto Costa. Uma vitória brilhante.

     
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