Fundado em 17 de abril de 1904
Clube
História
Estádios
Símbolos
Presidentes
Futebol
Jogos
Títulos
Atletas
Técnicos
Competições
Informação
Livros
Crônicas
Reportagens
Por onde anda?
Estatísticas
Gerais
Confrontos
Campanhas
Ranking CBF
Competições
Multimídia
Fotos
Áudios
Vídeos

» 1ª Página » Informação » Notícias » Jogos
Conselheiro Galvão 11 de setembro de 1966


O Bangu começou bem: goleou o Madureira, em Conselheiro Galvão, por 5 x 0. Paulo Borges foi o destaque.

Antes da estreia no Campeonato Carioca de 1966, o Bangu viveu uma semana turbulenta. O técnico Zizinho tinha sido demitido depois da derrota para o Flamengo por 2 a 1, na última rodada da Taça Guanabara.

Começou bem: Paulo Borges marcou dois gols e foi eleito o craque do jogo.

Para o seu lugar foi chamado o argentino Alfredo González que, nos anos 30 e 40, tinha jogado no Boca Juniors e no Flamengo. Com pouco tempo para conhecer os jogadores e armar um esquema tático, González era uma incógnita. Pelo menos, o adversário inicial era o Madureira, que montara uma equipe fraca.

A vantagem de jogar no alçapão da rua Conselheiro Galvão não foi suficiente para o “Tricolor Suburbano”. O Bangu terminou o 1º tempo vencendo pela contagem mínima: gol de Paulo Borges, aproveitando uma bola largada pelo goleiro Silas.

O verdadeiro show ocorreu no 2º tempo, quando o Madureira não conseguiu, sequer, chegar ao gol de Ubirajara. Ênio fez 2 a 0, ao receber um passe de Zé Carlos, driblar dois zagueiros, o goleiro e colocar a bola na meta.

Atordoado com o golaço do jovem Ênio, o zagueirão Nagel segurou a bola com a mão dentro da área, cinco minutos depois. Um pênalti infantil que Jair converteu no terceiro gol.

O quarto gol também foi bonito. Tabela rápida entre Paulo Borges e Tonho; o craque banguense, de primeira, chutou no canto esquerdo do goleiro Silas.

Já que o Madureira não esboçou qualquer reação, Jair aproveitou para anotar mais um no último ataque da partida: um “míssil” de fora da área selou a goleada alvirrubra: 5 a 0!

Uma estreia e tanto para o técnico Alfredo González, tricampeão pernambucano pelo Náutico em 1963/64/65, e que tinha a missão de dar um título a outro alvirrubro, ávido por uma taça que buscava há 33 anos.


Uma nova imagem no banco de reservas em 1966: o técnico argentino Alfredo González.

A frase

Zizinho, eu diria que, lamentavelmente, era o oposto do González. Zizinho era uma pessoa que exigia tanto dele que não conseguia transmitir para nós jogadores, tudo aquilo que ele sabia fazer em campo como jogador.

Cabralzinho
Craque do Bangu 66, comentando a saída de Zizinho

Campeonato Carioca 1966
     
Livros
 
Estatísticas
 
Jogos 4.193
Vitórias 1.741
Empates 1.005
Derrotas 1.447
Gols Pró 7.385
Gols Contra 6.414
Saldo de Gols 971
Artilheiros
 
Ladislau 230
Moacir Bueno 206
Nívio 154
Menezes 138
Zizinho 127
Luís Carlos 126
Paulo Borges 109
Décio Esteves 98
Arturzinho 93
Marinho 86